Trecho de Julieta

Dizem que morri.

Meu coração parou e eu não respirava – aos olhos do mundo, estava morta de verdade. Alguns dizem que durou três minutos, outros afirmam que foram quatro. Pessoalmente, começo a achar que a morte é, acima de tudo, uma questão de opinião.

Sendo Julieta, acho que eu devia ter percebido que isso ia acontecer. Mas queria muito acreditar que, dessa vez, não seria de novo a mesma velha tragédia lamentável. Dessa vez ficaríamos juntos para sempre, Romeu e eu, e nosso amor nunca mais seria interrompido por tenebrosos séculos de exílio e morte.

Mas não se pode tapear o Bardo. Assim, morri, como tinha que ser, quando minhas falas se esgotaram, e tornei a cair no poço da criação.

Ó alegre pena, eis tua folha.

Pronto, tinta, deixa-me começar.

– Julieta, página 7
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Jogo de Risco

Resenha de Jogo de Risco

Até onde uma mulher seria capaz de ir para destruir a vida de um homem?

Janaina Blanc

Sinopse: Uma ligação… Um pedido. Amanda Montero jamais poderia imaginar que aquele telefonema mudaria para sempre o rumo da sua vida, arrastando-a para um sofrimento inimaginável. Depois disso, sobraria apenas o recomeço… Um recomeço que só seria possível depois que destruísse a vida do poderoso Enrico Barsani. Um empresário cruel e sem limites, possuidor de uma ambição implacável. O homem que destruíra todos os sonhos inocentes de sua irmã, Elizabeth Pavanelli, conduzindo-a a um futuro miserável e sem volta. Amanda abandona sua cidade natal, seus amigos, sua inocência e sai à caça de seu algoz… Dá-se o início de um Jogo de Risco, no qual a protagonista se transforma numa mulher audaciosa, com muitas facetas e várias personalidades, que a levam ao ápice do poder, numa jogada genial e de tirar o fôlego.

Resenha

Amanda Montero faz o estilo “boa moça” muito adulta do que a sua idade permite, trabalha desde cedo, sempre ajudando a mãe e praticamente se sente responsável pela irmã de criação Elizabeth Pavanelli .

Catarina Montero, mãe das meninas é uma mulher muito batalhadora, uma guerreira de verdade. Recém casada e com uma filha pequena (Amanda) ela ficou amiga de Olivia quando ela estava grávida de Elizabeth, abandonada, deprimida, passando necessidade e sem a menor vontade de viver. Na hora do parto, Olivia veio a falecer deixando a pobre Elizabeth órfã no seu primeiro dia de vida.

Catarina e seu marido adotaram a Liz (apelido carinhoso de Elizabeth) e criaram o bebezinho como se fosse filha deles e a partir daquele dia, mesmo perdendo sua mãe de criação, Liz ganhou uma família, sendo muito bem recebida e amada por todos.

19 anos se passaram e quando as filhas já estavam criadas, Catarina Montero, com câncer em fase terminal, decidiu contar a Elizabeth a verdade sobre seus pais biológicos, não achando justo morrer levando consigo o segredo das origens de sua querida filha.

Umas semanas se passaram e Liz decide ir conhecer o pai dela, afinal de contas, tantos anos se passaram e ele nem sabia que tinha uma filha. Só que as coisas não eram tão simples assim, o pai dela é ninguém menos que Enrico Barsani.

Enrico é um homem muito rico. Dono da maior usina de cana de açúcar do país, a Usina Porto Rico e vice-presidente da a maior distribuidora de açúcar do Brasil, a Melçúcar, cujo dono Galdino Portari que também é seu genro deu a ele carta branca para administrar a empresa como lhe for conveniente.

Um empresário manipulador e sem escrúpulos que não mede esforços para ganhar cada vez mais dinheiro e não pensa duas vezes antes de passar por cima de quem entra em seu caminho.

Infelizmente, ele considerou que Elizabeth estava em seu caminho e…. passou por cima da própria filha…

Enrico contou com a ajuda de seu assessor Artoni Santiago, um homem tão bonito quanto cruel. Recebe muito dinheiro apenas para cumprir as ordens de Enrico, que obviamente não se compromete, mandando sempre Artoni fazer o serviço sujo. O que ele adora. Por ser um perfeito psicopata, ele vai render pequenas histórias de embrulhar o estômago e, definitivamente, antes de odiar Enrico, é provável que você odeie o Artoni e reze para nunca conhecer alguém com 5% do sadismo dele.

Catarina Montero, já muito fraca vem a falecer. Elizabeth morre. Amanda se encontra completamente sozinha no mundo e decide que irá se vingar de Enrico nem que isso a mate. Ela jura isso para si mesma pela memória de sua irmã.

Amanda será capaz de tudo para se vingar de Enrico e, para isso, usará muitas artimanhas e personalidades.

Largará tudo e se concentrará em uma única coisa: Passar por cima do assassino da sua irmã da maneira que ele passou por Liz, ou pior, muito pior…

Amanda não estará sozinha por muito tempo, ela conhecerá pessoas importantes, perigosas, assassinos, traficantes e conseguirá aliados muito competentes. Mas acima de tudo, terá os piores inimigos possíveis ao seu encalce.

Uma estrategista brilhante, conseguirá fazer todos de palhaço, só não conta que, nessa missão meio suicida, irá conhecer e se apaixonar perdidamente por Rafael Portari e seguir em frente com o seu plano poderá colocar esse amor em risco.

E uma grande interrogação brotará em sua mente.

Ela deve abrir mão da sua vingança em nome do amor ou abrirá mão do homem da sua vida para destruir o crápula que acabou com a vida de sua irmã?

Trechos

– Céus, de um momento para o outro me tornei herdeira de uma das maiores fortunas do Brasil. – constatou Elizabeth, perplexa. Elizabeth Pavanelli sabia que era adotada, mas descobrir aos dezenove anos de idade, que era filha do multimilionário Enrico Barsani, a deixara transtornada. Deveria viajar até São Paulo para conhecer o pai? Enrico reconheceria sua paternidade?? – Mil dúvidas tumultuavam os seus pensamentos. Nesse momento, Elizabeth, nem sequer imaginava as armadilhas que o destino lhe preparava.

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Enrico Barsani um empresário envolvido em transações milionárias, com pessoas altamente poderosas. Um homem que acredita ter o poder planejar e implementar o próprio futuro. A aparição de Elizabeth, a filha bastarda que nunca tivera o interesse em conhecer, poderia trazer conseqüências alarmantes para sua vida. Teria que dar um jeito…

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Calado, Rafael observava a cena, decidido a não intervir, não suportava Enrico e considerava o brinde de mal gosto, uma afronta pessoal. Quanto a Amanda, havia nas entrelinhas de seu comentário, mas do que ela pretendia revelar, algo que ele não conseguiu identificar. Continua mentindo pra mim Amanda Montero e vou descobrir porque. – garantiu Rafael dirigindo-se à saída. Precisava sair dali. Sentia ganas de estrangulá-la e ao mesmo tempo uma vontade louca de possuí-la no tapete da sala. O misto de sentimentos com relação a ela o estava enlouquecendo. Amanda Monteiro era uma mulher mentirosa, petulante e debochada e uma amante fascinante, sedutora e amável. Um mistério o envolvia as facetas que ela representava. Sentia-se ligado a ela de uma forma arrebatadora, mas não podia sucumbir aos seus desejos, antes precisava descobrir qual era o seu verdadeiro caráter.

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Minha Opinião

Muito bem escrito. Sem mais.

A autora Janaina Blanc soube dosar exatamente onde iria colocar os personagens e quais seriam suas personalidades.

Não senti que faltou nada.

Logo na apresentação do livro vem dizendo que é um romance policial de tirar o fôlego e acredite, não estão brincando!

Tudo acontece muito rápido e simplesmente e é impossível tirar as mãos desse livro.

Basicamente: Só consegui voltar a viver uma vida normal depois que terminei de ler, antes disso, não tirei o livro das mãos.

Obs: Eu gostaria de agradecer a minha amiga virtual e autora do livro Janaina Blanc pelo carinho. 

Gente, ela me mandou o livro todo embrulhadinho pra presente, com um monte de brindes e autografado (morram de inveja hahaha) uma gracinha, cara! ❤

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Poemas

Não escrevo em busca de fama.

Não escrevo sonhando com leitores.

Não consigo escrever para esse fim.

Tudo o que eu passo para o papel

É despejado, vomitado pra fora da minha alma

Eu escrevo porque preciso

Escrevo se não eu surtaria em dias

Eu não faço poemas

Eu desabafo a minha realidade

Meus sentimentos, minha alma.

É por isso que eu escrevo.

 

— Thaís Dias

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Resenha: Madame Bovary

Sinopse – Madame Bovary – Gustave Flaubert

A personalidade literária de Flaubert, dotada de agudo senso crítico que o distanciou do exaltado gosto romântico da época, levou-o a tornar-se um dos maiores prosadores da França no século XIX. O romance “Madame Bovary” é a sua obra-prima. Baseado em fatos da vida real, o livro, que Flaubert levou cinco anos para escrever, causou forte impacto, a ponto de gerar o processo no qual o autor escapou de ser condenado à prisão, graças à habilidade da defesa, que transformou a acusação de imoralidade na proclamação das intenções morais e religiosas do autor. Nem moral, nem imoral, a narrativa é uma devastadora crítica das convenções burguesas do seu tempo.

Flaubert foi levado aos tribunais, onde utilizou a famosa frase “Emma Bovary c’est moi” (Emma Bovary sou eu) para se defender das acusações. Acusado de ofensa à moral e à religião, num processo contra o autor e também contra Laurent Pichat, diretor da revista Revue de Paris, em que a história foi publicada pela primeira vez, em episódios e com alguns pequenos cortes.

A Sexta Corte Correcional do Tribunal do Sena absolveu Flaubert, mas o mesmo procedimento não foi adotado pelos críticos puritanos da época, que não perdoaram o autor pelo tratamento cru que ele tinha dado, no romance, ao tema do adultério, pela crítica ao clero e à burguesia.

Trecho retirado do site “Wikipedia”

Resenha

Madame Bovary retrata a história de Emma, uma camponesa com sonhos burgueses. Inspirada pelos romances que lia, ela desejava do fundo de sua alma ter uma grande paixão, dessas avassaladoras e viver como rica. Provida de beleza e requintes exagerados para os padrões do meio em que vivia, vê em Charles, um médico talentoso e com potencial ao sucesso, a chance de ter seus sonhos realizados. E casa-se com ele. Porém, não conta que Charles tem hábitos camponeses, muito simples, tímido e sem o menor jeito para o que é requintado, ele a decepciona imensamente.

Enquanto Emma o despreza, Charles a idolatra e realiza todos os seus caprichos sem nenhuma objeção. Ele faz de tudo para vê-la feliz e ela se sente torturada apenas com a sua presença.

Madame Bovary se vê num tédio absoluto, trancada o dia todo em casa, cuidando dos afazeres domésticos (mais ou menos, visto que ela tem empregada) enquanto Charles trabalha o dia todo e chega com os pés sujos de lama. Emma passa os dias lendo romances e sonhando com um homem maravilhoso que a salve daquela opressão que ela vive. Nem mesmo sua filha consegue despertar nela a ternura de ser mãe.

Tendo que conviver com o marido que ela tanto despreza, com a sogra que sempre os visita e a enche de críticas, Emma meio que “enlouquece” e passa a gastar grandes fortunas com vestidos caros e outras coisas da realeza. Ela simplesmente tenta levar uma vida de duquesa no meio que vive. O que não dá muito certo, visto que seu marido não tem condições para arcar com tanto.

Emma vai se tornando cada vez mais melancólica e impossível de agradar, mesmo com o marido e os amantes fazendo sempre de tudo para vê-la feliz. Parece que nada a satisfaz.
Ela sofria e remoía suas angústias o tempo todo. Tinha em si uma grande fome de ser feliz, mas não tinha forças para buscar a felicidade. Tudo o que ela considerava essencial estava muito longe de seu alcance. E isso fez dela uma mulher muito amargurada e cheia de vontades.

Trechos:

“No fundo do coração, entretanto, ela esperava que algo acontecesse. Como os marinheiros em perigo, ela lançava os olhos desesperados para a solidão de sua vida […]. Não sabia o que seria, que ventos trariam esse acontecimento para si, para onde a levaria, se viria carregado de angústias ou de felicidade. Mas, cada manhã ao despertar, ela esperava o dia, ouvindo todos os ruídos, erguendo-se sobressaltada; e espantava-se por nada suceder. Ao pôr do sol ficava mais triste, desejando que o dia seguinte chegasse logo.”  Página 67

“Sua ternura, com efeito, aumentava cada vez mais, ao mesmo tempo que crescia a repulsa ao marido. Quanto mais se entregava a um, mais detestava o outro; nunca Charles lhe parecera tão desagradável , os seus dedos tão malfeitos , o espírito tão pesado, as maneiras tão comuns […]”  Página 193

Madame Bovary foi uma leitura muito gostosa, apesar de um clássico, ele é de fácil compreensão (você não perde horas caçando no dicionário o significado das palavras), te faz entrar naquele mundo. Por vezes me senti tão sufocada a ponto de pensar que eu era Emma Bovary, outras vezes, me senti sem fôlego, parecia que ela é uma amiga muito próxima e eu precisava tentava ajudá-la. Poucos livros fizeram eu me sentir tão próxima dos personagens.

Gostei muito e recomendo.

 

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Holanda transforma igrejas em livrarias, cafés e casas de shows

O mundo atual chega e as coisas antigas vão ficando para trás. É o que ocorreu com igrejas e templos na Holanda, que se transformaram em pubs, cafés, livrarias e até casas de shows.

Essa transformação ocorreu porque as instituições religiosas não têm mais recursos para manter as construções e elas ficam cada vez mais vazias por lá. Afinal, a última pesquisa realizada no país indica que 44% da população são de ateus. Enquanto os católicos ocupam 28%; os protestantes, 19%; os muçulmanos, 5%, e os fiéis das demais religiões, 4% da população.

Vale lembrar também que nem todos os crentes, que ainda são maioria no país, não costumam frequentar igrejas, templos ou locais de culto para praticar seus respectivos dogmas, ao contrário do que acontece em outros países como a Índia, por exemplo.

Alguns desses locais ficaram realmente bonitos, como a livraria Selexyz, que foi construída na igreja de Maastricht. Além disso, uma igreja do século 19 de Amsterdã virou uma casa de shows de rock, pop e sons internacionais, o Paradiso, que conta até com atrações brasileiras, como o Seu Jorge.

Dá só uma olhada:








Minha opinião:
A ideia é fantástica! Tem que ser muito criativo para aproveitar da a arquitetura das igrejas (especialmente as antigas) que são deslumbrantes e transformar em livrarias e cafés! Eu me apaixonei pela ideia, mesmo discordando, acho que vocês tem que admitir que ficou muito charmoso.

Porém, infelizmente eu duvido muito que isso aconteceria aqui no Brasil por culpa do fanatismo. Provavelmente diriam que é coisa do demônio, que estão “atacando” a igreja, que é desrespeito… e blá blá blá.

É certo que se fizessem isso com apenas uma igreja daqui, fariam um escândalo tão grande que a maioria das pessoas (cristãs) não entrariam na livraria/café/boate com medo de ir pro inferno.
Acho lamentável…

Voltando à Holanda: Quem teve essa ideia é um ser humano muito criativo e merece os parabéns.

~lembrando que não tive a intenção de criar uma discussão ateus x cristãos. Vocês tem o direito de concordar e discordar de mim sem necessariamente estar ofendendo ninguém. Beijinhos.

Fonte

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Resenha: A Livraria 24 horas do MR. Penumbra

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Sinopse: A recessão econômica obriga Clay Jannon, um web-designer desempregado, a aceitar trabalho em uma livraria 24 horas. A livraria do Mr. Penumbra — um homenzinho estranho com cara de gnomo. Tão singular quanto seu proprietário é a livraria onde só um pequeno grupo de clientes aparece. E sempre que aparece é para se enfurnar, junto do proprietário, nos cantos mais obscuros da loja, e apreciar um misterioso conjunto de livros a que Clay Jannon foi proibido de ler. Mas Jannon é curioso…

Resenha

Clay Jannon divide o apartamento com dois amigos, Mat (trabalha com efeitos especiais) e Ashley (lindíssima por quem já teve uma quedinha, até chegar à conclusão que ela é perfeita demais para ele).

Clay era empregado numa empresa de bagel (uma padaria ou confeitaria de grande porte) no emprego dos sonhos dele, em que ele trabalhava em grupo e aprendia muita coisa.

Em menos de um ano houve uma crise nos EUA que varreu a economia do país e fez muita gente perder o emprego, inclusive ele.

Quando finalmente desistiu de procurar trabalho pela internet e resolveu dar uma volta na rua para ver se encontrava alguma coisa, viu uma velha livraria 24 horas com a fachada mais velha ainda mas que tinha um anúncio na entrada informando que precisava de um atendente.

Mesmo se perguntando o motivo da livraria ser 24 horas, visto que ninguém compra livros de madrugada, entrou por curiosidade e conheceu o Mr Penumbra, um velhinho muito excêntrico, mas que estava oferecendo trabalho e a essa altura, com tanta gente desempregada, Clay Jannon não estava podendo se dar ao luxo de escolher muito.

Ao aceitar o emprego, lhe foi imposto 3 exigências muito restritas.
Um: Clay deve trabalhar das 22 às 6 horas. Nada de sair cedo.
Dois: Não pode ler, folhear ou inspecionar nenhum livro nas estantes.
Três: deve tomar notas detalhadas de todas as transações, a aparência do cliente, seu estado de espírito, como ele pede o livro, como ele o recebe, se ele parece abatido, se está usando um raminho de alecrim no chapéu e por aí vai.

Ele aceita e começa a trabalhar na livraria, mas não entende de onde sai do seu salário, visto que praticamente não possuem clientes, apenas alguns poucos frequentadores (pessoas que parecem que vieram de outra época) que chegam trêmulos de necessidade com um livro em mãos, entregam e pegam outro (parece um empréstimo).

Clay chega a conclusão que não se trata apenas de uma livraria, tem muita coisa escondida por trás dessa fachada. Mas o que será?

OBS: É muito provável que quem ler esse livro, ficará no mínimo curioso sobre as Crônicas da Balada do Dragão e irá pesquisar no google para ver se existe. Mesmo que não assuma, eu sei que você vai pelo menos olhar na Saraiva para ver o preço do livro.

 “Acho que amo os livros por que eles são silenciosos e eu posso leva-los ao parque. Bem, na realidade eu adoro os livros por que eles são os meus melhores amigos.”

— A Livraria 24 Horas do Mr Penumbra

 

Obs: A primeira foto foi retirada do google. / a segunda foto foi tirada por: Thaís Dias.

 

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